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HETEROSSEXUALIDADE " A RELAÇÃO SEXUAL NORMAL"

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

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Curiosamente, nas páginas dedicadas às variantes da função e vida sexual (869 a 874), o “Dicionário de Psicologia Dorsch” usa algumas expressões que não corroboram com a noção de que qualquer forma de relação sexual é normal.

A “sensação sexual contrária” é o termo coletivo para “modos de comportamento sexual ‘afastado do normal’, especialmente a homossexualidade”.

O “sadismo” é o “comportamento sexual ‘desviante’”.

A “promiscuidade” é o “comércio sexual “desregrado” de homens e mulheres entre os povos primitivos”.

A “pychopatia sexualis”, termo hoje antiquado, serve “para designar todos os ‘desvios mórbidos’ do impulso sexual”.

A “erotomania” é “mania, loucura, delírio sexual, desejo sexual ‘exacerbado’”.

A “hiperssexualidade”, o “paradoxismo sexual” e a “satiríase” são termos para designar a “sexualidade ‘exagerada’”.

O “fetichismo”, o “masoquismo” e a “necrofilia” são “desejos sexuais ‘pervertidos’” e o livro acrescenta: perversão é “toda forma e ‘desvio’ sexual para o anormal”.

O “desvio sexual” é o termo usado “para designar os afastamentos da ‘norma’ sexual” (p. 870).

E a heterossexualidade o que é? O “Dicionário de Psicologia” (não de teologia) “Dorsch” responde com apenas e suficientes três palavras: é a “relação sexual normal”.


Fonte: Ultimato

37 COISAS QUE PRECISAMOS DIZER AO NOSSO CÔNJUGE

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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Casamento feliz é um porto seguro onde podemos relaxar e nos recuperar das tensões do dia-a-dia. Precisamos ouvir coisas positivas de nosso companheiro ou companheira. Da mesma forma que eu reuni alguns amigos para relacionarem uma lista do que NÃO se deve dizer ao cônjuge, eles também sugeriram o que gostariam de ouvir.


Belo trabalho!

Você é maravilhoso(a).

O que você fez foi muito bom.

Você está deslumbrante hoje.

Eu não me completo sem você.

Você está em primeiro lugar na minha vida, antes dos filhos, da carreira, dos amigos, de tudo.

Estou feliz por ter-me casado com você.

Você é o(a) meu (minha) melhor amigo(a).

Se tivesse de começar tudo de novo, eu me casaria com você.

Como quis ter você ao meu lado hoje!

Senti sua falta hoje.

Não consegui parar de pensar em você hoje.

É bom acordar a seu lado.

Você sempre será o meu amor.

Adoro ver o brilho em seus olhos quando você sorri.

Como sempre, você está com uma ótima aparência hoje.

Eu confio em você.

Eu sempre posso contar com você.

Você faz com que eu me sinta bem.

Estou muito orgulhoso(a) por ter-me casado com você.

Sinto muito.

O erro foi meu.

Do que você gosta?

Em que você está pensando?

Quero ouvir com atenção.

Você é muito especial.

Não posso imaginar viver sem você.

Eu gostaria de ser um(a) companheiro(a) melhor.

O que posso fazer para ajudar você?

Ore por mim.
Estou orando por você hoje.

Eu aprecio cada momento que passamos juntos.

Obrigado(a) por me amar.

Obrigado(a) por me aceitar.

Obrigado(a) por ser meu (minha) companheiro(a).

Você torna meus dias mais brilhantes.

Que Deus nos ajude!




Por: Steve Stephens

MEU DEUS PRECISO ME CASAR!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

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 É inegável nossa necessidade de termos alguém, mas alguns estão tão desesperados que deixam de esperar no Senhor e perdem a oportunidade de ter  um relacionamento feliz ,saudável  e satisfatório. Saiba Deus tem sempre o melhor para nós!

O Senhor fala conosco mais uma vez sobre esperança, fé e confiança em um Deus aique trabalha por nós; que trabalha enquanto dormimos. Sim, podemos crer que, embora tudo pareça contrário, há um Deus fiel e que o cumprimento de todas as suas promessas é uma questão de tempo. Tempo para aprendermos mais dele, tempo para sermos curados, tempo para crescermos, tempo para o próprio Deus agir na hora certa.


Quando ‘caminhamos’ com o salmista pelos Salmos 23, vemos que ele estava aflito, oprimido e contava, unicamente, com Deus. Vemos que nessa jornada, quem sabe um caminho de espinhos, a única certeza que ele tinha era de que “o Senhor era o seu pastor e que nada lhe faltaria. Davi estava totalmente dependente de Deus. No entanto, às vezes nos pegamos questionando: “E quando me faltar?”; “Senhor, espero há tanto tempo por alguém mas nada acontece”; “Meu Deus, o tempo está passando e o que conquistei?”. Deus conhece as aflições pelas quais passamos porque Ele mesmo é o Criador e se há alguém de quem devemos depender, esse alguém é Deus.

Nos sentimos aflitos e oprimidos pela sociedade, pelos amigos, família e até mesmo pela igreja local por causa do nosso estado civil. Não porque eles tenham essa intenção, mas porque querem o nosso bem. Isso evidentemente nos traz preocupações e, muitas vezes, por falta de sabedoria, abrimos uma brecha para o inimigo de maneira que ele sopre sutilmente em nossos ouvidos de que algo está errado conosco.

Passamos a crer que algo falta em nós, que não somos bons o suficiente para termos alguma coisa ou até mesmo alguém ao nosso algo. Nos esforçamos tanto para sermos pessoas melhores, mas parece que ninguém vê ou dá o devido valor. Muitos entram em aflições por se sentirem sozinhos e, assim, deixam de ser levados pelas “águas de descanso”, “águas tranqüilas”. Se relacionar com alguém por imposição ou por medo de ficar sozinho só atrapalha os planos de Deus. É uma pena que muitos aprendem da maneira mais difícil. Esse, definitivamente, não é o desejo de Deus.

Ser guiado pelo Senhor nesse caminho é deixar Deus agir no seu tempo, em paz com ele, com a certeza de que ele tem reservado o melhor para as nossas vidas. Ser guiado “pelas águas”, segundo o verso 3 do salmos, é ser guiado por aquele que gera vida e cura, Jesus.

“Guia-me pelas veredas de justiça” – quantos de nós nos sentimos injustiçados! Questionamos a Deus os “porquês” do que temos vivido, das pessoas que não nos têm correspondido, quando o correto seria entregarmos tudo nas mãos dele. Se desejarmos o seu caminho de justiça, certamente Deus nos levará a um caminho melhor e muito mais bonito do que aquilo que planejamos para nós. Você já pensou nisso? Andar em seu caminho de justiça e entregar a Ele nossa causa, nossa dor, e esperar pelo que Deus já preparou. Nossa motivação não deve ser esperar por um amado humanamente falando, mas, esperar por um Amado muito mais excelente, que jamais nos deixa só e supri todas as nossas necessidades quando o mundo nos dá as costas. Estar sozinho, “alone”, para alguns pode ser o vale da sombra da morte, mas não precisa ser assim. Deus prometeu que estaria conosco nesses momentos para nos ajudar e consolar.

“Preparas-me uma mesa” – na mesa do Pai há o melhor e Davi sabia disso muito bem. Para aqueles que confia no Senhor, Ele reservou o melhor na Sua mesa. Agora, quanto você está disposto a dar do seu melhor para que receba na mesma medida, o melhor de Deus? A questão não é simplesmente comparativa porque Deus é Deus e é incomparavelmente maior a nós mas sim, falo do melhor do seu coração. A mesa está posta, o banquete preparado para você na presença do mundo, mas até quanto você está disposto a se quebrantar, confiar e esperar no Senhor enquanto você tem uma vida dedica exclusivamente ao serviço do Pai?

“Meu cálice transborda” – nossa vida precisa transbordar o rio de Deus para abençoarmos outras vidas. Deus quer nos ensinar a viver uma vida transbordante de alegria, de propósitos, das coisas do céu! Viver se martirizando, sofrendo porque está sozinho não é a solução. Cada dia doente nessa área é um dia perdido.

Bondade e misericórdia do Senhor me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na Casa do Senhor para sempre – que conforto maravilhoso! Davi não estava preocupado com coisas desse mundo. Seu coração estava intimamente ligado ao coração de Deus. Ele reconhecia a bondade do Senhor e sabia que isso faria com que ele habitasse para sempre na Casa de Deus.

Enquanto o amado não vem busquemos, primeiramente, os tesouros do Amado Excelente. Deixemos ser tratados pelo ele e pelo tempo dele que é o melhor para nós. Outros tesouros o Espírito Santo nos revela nesses salmos. Em sua Palavra ele nos ensina a descansar nele. Se andarmos na sua Palavra, ele cumprirá a seu tempo porque ele prometeu que nada nos faltará.



Fonte: Site Sexo Cristão por Jaqueline Santos

MASTURBAÇÃO E A ESPERANÇA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

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Era uma reunião de dez rapazes cristãos e a galera tinha se reunido pra compartilhar um pouco da vida. Bons amigos, eles tinham abertura pra falar de diversos assuntos polêmicos. Foi assim que um dos membros fez uma pergunta direta: “E aí amigos, qual de vocês nunca se masturbou?”

O silêncio revelou a resposta de todos. Ninguém poderia dizer: “Eu não!”

A masturbação tem sido definida como “a procura solitária do prazer, por meio de excitações realizadas com as mãos ou de qualquer outra maneira”. No meio cristão, as opiniões sobre o tema divergem muito. Estudiosos variam de opinião, considerando a masturbação desde um pecado grave até um presente dado por Deus. Não é sem razão que as opiniões não tenham consenso: a masturbação não é diretamente citada ou proibida pela Bíblia.

A masturbação pode acontecer em diferentes fases da vida e ter um significado diferente para cada pessoa. Na infância, é um processo de reconhecimento do próprio corpo; na adolescência e juventude, tende a ser um modo de liberar a energia sexual, uma “válvula de escape”, já que não há um parceiro(a) sexual ou, se forem cristãos evangélicos, esperarão pelo casamento.

Certamente a nossa humanidade não é estática. Estamos em desenvolvimento e temos a possibilidade de viver uma contínua abertura para a realidade e para a verdade, ou, ao contrário, viver um fechamento e regressão. O Eterno criou o humano em uma abertura relacional, dando ao homem a possibilidade da intimidade e de relacionamentos que o façam crescer. Homem e mulher são obra perfeita que se completa em mútua dependência.

É por não conter a intimidade e o relacionamento que a masturbação não consegue expressar toda a beleza do projeto de Deus para a sexualidade humana. No livro “Ele os Criou Homem e Mulher -- para uma vida de amor autêntico”, Jean Vanier descreve os dramas dos deficientes mentais da comunidade Arca. Muitos viveram experiências de rejeição; alguns deles se masturbam compulsivamente. Diante de realidades tão sofridas, ele conclui: “Outrora condenava-se com muito rigor a masturbação. Essa condenação corre o risco de suscitar temores, de alimentar o complexo de culpa, acarretando graves inibições e até mesmo um ódio de si e do corpo. Hoje, a tendência é dizer que a masturbação não tem importância, que é preciso deixar correr, que é normal na adolescência. Parece-me que a verdade está entre esses extremos, entre o rigor excessivo e a licenciosidade. Não se deve condenar o jovem que se masturba. Ele tem pulsões que não consegue integrar. Porém, é preciso ajudá-lo a não repetir esta prática.

A masturbação pode fechá-lo em si mesmo, num mundo imaginário e impedi-lo de viver uma verdadeira relação”.

Vanier sugere que não devemos condenar um jovem que se masturba; ele ou ela está buscando integrar-se. Contudo, a prática repetida contém perigos, sendo um deles a tendência de fechar a pessoa na fantasia. Uma personalidade madura nos possibilita enfrentar a realidade e amar os outros como são, e não como sonhamos que sejam. O risco é fechar o jovem em uma expressão sexual que não se orienta para a comunhão e para a doação. Muitos jovens estão presos em um ciclo de isolamento e angústia e usam a masturbação para aplacar a solidão.

É na vida autêntica de seus relacionamentos, vivida pelo solteiro nas amizades e no namoro, que ele ou ela se abre para a vida verdadeira e para a expressão de afetos e medos. Em um contexto de aceitação e verdade, a confiança no amor cresce. Assim, o jovem caminha rumo à integração da sexualidade, afirmando sua esperança no amor e, sobretudo, no amor de Deus, que o cura e o livra da culpa.

Devemos lembrar que nossa sexualidade não se restringe ao genital, mas se expressa no cuidado e no afeto em nossos relacionamentos. A expressão “vida sexual ativa” como sendo somente o ato sexual reduz a sexualidade e não contempla todas as suas dimensões. Boa parte da ênfase na sexualidade genital é consequência do desaparecimento das verdadeiras amizades. Em uma sociedade que enfoca a sensação e não o vínculo, o sexo se torna expressão de corações feridos, e não de corações abertos.

Tenho a convicção de que muitos de nós, cristãos evangélicos, sofremos com a masturbação. Muitos querem deixar a prática e partir para um relacionamento, mas nem sempre conseguem. Porém, eu vejo beleza e verdade em todos aqueles que desejam servir a Cristo e, reconhecendo suas fraquezas, correm para a graça de Deus se apropriando das palavras do apóstolo Paulo: “Já não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus”.

Podemos celebrar a sexualidade do povo de Deus porque celebramos aquele que criou a beleza, o prazer e o amor. O plano de Deus para nós é a participação em sua vida, no vínculo perfeito do Pai, Filho e Espírito Santo; é um pleno relacionamento com os outros; é amar. O grande drama humano é fechar-se em si mesmo, sem comunicar-se. Sem esta abertura relacional, nossa vida se esvazia e a chama se apaga. A base da nossa esperança é a confiança no amor de Deus, que sustenta as nossas frágeis iniciativas de amor humano. Cada um de nós deve lutar pela esperança e amor em nossos relacionamentos, a fim de manter acesa a chama da vida.

Fonte: revista Ultimato por Davi Chang Ribeiro Lin

IGREJA E SEXUALIDADE : VAMOS DISCUTIR ESSA RELAÇÃO?

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Igreja e sexualidade


Sexualidade e igreja é mais que um assunto particular. É um tema que diz respeito à vida coletiva e que influencia e é influenciado pelas relações que estabelecemos com as outras pessoas.

A igreja, assim como a família e a escola, é um espaço importante de formação e fortalecimento de convicções, valores e responsabilidades, inclusive na área da sexualidade. Porém, ela tem estado tão obcecada com a ideia de que sexo é pecado que tudo que diz respeito à sexualidade não encontra espaço.

Uma pesquisa realizada pela revista Lar Cristão com 5 mil jovens cristãos traz um dado curioso e preocupante: 52% deles mantêm relações sexuais antes do casamento.1 Apesar de as igrejas se empenharem em ensinar o que é “certo” e “errado”, a pressão dos valores seculares tem vencido a batalha. Porém, por que isso acontece? Ou como podemos reverter essa situação?

Em Isaías 5.13 lemos: “Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e sua multidão se secará de sede”.

É tempo de aceitar que os jovens cristãos estão sendo “levados cativos” por falta de entendimento. Estão com fome e morrendo de sede. Não que devamos desacreditar os valores cristãos ou o que Deus quer para a nossa sexualidade, mas é importante que a igreja amplie o raio de visão sobre as pessoas e sobre a sexualidade -- que é muito mais que sexo.

Os jovens precisam considerar a sexualidade como parte de sua identidade, expressada nas relações com as outras pessoas, que são relações de prazer. É plano de Deus que os jovens desenvolvam a sexualidade estabelecendo relações saudáveis com a família e os amigos, por exemplo.

Às vezes, parece que a igreja é “caça-fantasmas”, tão preocupada com a alma que desconsidera o corpo e os sentimentos que fluem dele. Ela tem um ambiente seguro para ouvir que temos desejos homossexuais, nos acolhendo e apoiando, sem discriminação? Ou um ambiente favorável para conhecer nossos desejos e desafios ligados a masturbação, pornografia, perda de virgindade, aborto?

Que haja na igreja um espaço aberto para que os jovens, seus pais e líderes possam compartilhar o que estão sentindo, as dúvidas e os desejos, e ser fortalecidos e acompanhados segundo os valores cristãos, sem discriminação.

Nesse espaço de discussão, tirariam a sexualidade do privado e pecaminoso e a colocariam como uma dádiva de Deus (Gn 1.31), um assunto de interesse de todos e de ajuda mútua (Tg 5.16), discutindo-a nos conflitos do dia-a-dia (Rm 12.1).

Se a igreja quiser resgatar e proteger os jovens do cativeiro, precisa trabalhar de forma aberta e relacional, carregando cargas, discutindo a Bíblia e ouvindo. Só assim poderá minimizar os danos provocados pela pressão social e prevenir que os jovens pereçam na defesa de valores.

É hora de a igreja e a sexualidade “discutirem esta relação” tão fragilizada, para que vivamos uma vida plena (Jo 10.10).



Fonte: Revista Ultimato





MEU NAMORO É DA VONTADE DE DEUS?

domingo, 25 de outubro de 2009

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Muitas pessoas carregam no coração uma grande dúvida com relação à vida sentimental. Ou seja, como saber se esta ou aquela pessoa é a que Deus separou para mim? Como saber se este namoro é de Deus? Venho fornecer algumas dicas a este respeito. São dicas baseadas em experiências e orientações contidas na Palavra de Deus.


1ª dica – Os Frutos – Como disse Jesus, uma boa árvore se conhece pelos frutos “Portanto, pelos seus frutos o conhecereis” (Mateus 7:20). Assim, veja se o rapaz ou a moça é um servo de Deus, analise o seu comportamento, a sua vida com o Senhor. Cuidado, pois existem muitos lobos vestidos de ovelhas. Certa vez eu namorei um rapaz e chegamos a ficar noivos. No começo ele me acompanhava no trabalho da igreja. Depois que ficamos noivos, disse que precisávamos dar um tempo da igreja e começou a querer me impedir de exercer meu ministério. Ou seja, começou a apresentar maus frutos. Eu então decidi terminar o namoro embora gostasse muito dele. Melhor fazer a vontade de Deus do que fazer a vontade dos homens, não é mesmo? Assim, ao namorar alguém precisamos verificar com atenção os seus frutos. É preciso tomar cuidado quanto a isto, pois muitas vezes, por estarmos envolvidos sentimentalmente, não prestamos a atenção neste aspecto. Criamos uma certa ilusão e nos esquecemos de analisar os frutos da pessoa. Por este motivo, analise friamente os frutos da pessoa que está se envolvendo. Veja a sua vida na igreja e especialmente em casa, se é um bom filho ou boa filha, analise também o seu comportamento profissional, etc. É muito fácil ser cristão na igreja, os verdadeiros frutos são revelados no dia a dia, nos bastidores.

2ª Dica – A paz – A Palavra de Deus diz que a “paz” deve ser o árbitro em nossos corações “Seja paz de Cristo o árbitro em vosso coração” (Col. 3:15). O árbitro é aquele que resolve uma questão, que direciona. Ou seja, a paz deve ser o indicativo se o relacionamento é ou não da vontade de Deus. Assim, se o namoro é algo que rouba paz, que leva a pessoa a ficar distante de Deus, que traz inquietação, perturbação, cuidado pois há algo de errado. Lutas e obstáculos sempre existirão, enfim, lutas externas e até desentendimentos esporádicos causados por diferenças de opiniões. Todavia, se o relacionamento rouba a sua paz interior, especialmente a sua comunhão com Deus é um grande indício que de o Senhor não está nesse relacionamento.

3ª dica – É paixão ou amor? – Um outro aspecto relevante é questão da diferença entre amor e paixão. Às vezes nos envolvemos numa paixão e nos machucamos achando que é amor. Paixão é algo avassalador, que nos leva a perder a razão, a lógica e até o temor de Deus. O amor, ao contrário, já é um sentimento maduro, consciente, nasce aos poucos, se desenvolve com o tempo e vai se fortalecendo diante das dificuldades. A paixão á algo passageiro, não resiste à distância, esfria, não espera. O amor, ao contrário, permanece “o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta” (I Cor. 13:07). O amor sabe esperar o momento certo para o sexo (o casamento). A paixão não, pois é pura emoção. Para exemplificar esta questão, cito, como exemplo, o sentimento de Amnon por Tamar (II Samuel 13) e o sentimento de Jacó por Raquel (Gênesis 29). Amnon se apaixonou por Tamar, sua irmã. Após ter tido relações sexuais com ela, a deixou friamente. Quantos jovens abandonam moças grávidas após satisfazer os seus desejos sexuais?! Jacó, por sua vez, amou a Raquel e o seu amor o fez esperar 7 anos até finalmente tê-la em seus braços. Além disso, trabalhou mais 7 anos para poder estar ao lado de sua amada definitivamente.

4ª dica – Enriquecimento – A Palavra de Deus afirma que a benção do Senhor enriquece e não acrescenta dores (Prov. 10:22). O namoro que é da vontade de Deus traz um enriquecimento mútuo. Ou seja, traz um enriquecimento na área espiritual, profissional, familiar, etc. Deus que ama e cuida de nós certamente colocará alguém em nosso caminho que nos abençoe, que tenha algo de bom a acrescentar em nossa vida, que nos ajude a dar continuidade aos nossos sonhos. Lamento muito quando vejo jovens se envolvendo sentimentalmente com pessoas que nada têm a acrescentar em suas vidas. Ao contrário, são pessoas que surgem para roubar a paz, o futuro e para trazer dor e destruição. O namoro, em caso como estes, se torna um verdadeiro sofrimento.

5ª dica – Convicção – Jesus certa vez disse que a palavra do cristão tem de ser sim, sim ou não, não e que tudo o que passar disso é de procedência do maligno (Mateus 5:37). Neste caso, o namoro aprovado por Deus é algo certo, definido e não indeciso. Quando o relacionamento é envolto por inseguranças e incertezas, algo está errado e precisa ser revisto, pois a dúvida não procede de Deus. Por isso, ao relacionar-se sentimentalmente com alguém é preciso pedir ao Senhor a confirmação sobre o namoro. Se não houver certeza, ore bastante e busque a direção de Deus e se preciso for, abra mão do relacionamento antes que alguém se machuque. Jamais se relacione com alguém sem que haja essa confirmação, essa convicção sobre os seus sentimentos. Entenda que um casamento é para toda vida. Afinal de contas, você está namorando pensando no futuro, fazendo planos para formar uma família. Se a sua visão é apenas ficar, passar o tempo, reavalie profundamente os seus conceitos, pois este não é o plano de Deus para o namoro.

Aos solteiros, aconselho a que não se atemorizem com o tempo, pois vale a pena esperar em Deus. E como descrito em Eclesiastes 3, existe um tempo determinado para todo propósito debaixo do céu. Assim, o melhor a fazer é buscar a Deus, crescer espiritualmente e profissionalmente. Enfim, adquirir maturidade em todos os aspectos para que quando chegar o tempo de construir uma família, você possa ter uma estabilidade espiritual, emocional e material.



Fonte: Site Presente de Deus (Prª. Ioná Loureiro )







O CRISTÃO E A SEXUALIDADE

terça-feira, 22 de setembro de 2009

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O CRISTÃO E A SEXUALIDADE!
A sexualidade envolve o que há de mais íntimo na vida do ser humano. Dependendo do modo como é usufruída, ela tanto pode produzir resultados positivos quanto negativos, seja na área biológica, sociológica, psicológica ou espiritual.

Alguns líderes evangélicos não dão a devida importância que o assunto requer. Uns se recusam a falar sobre sexo porque acham que ele não tem nada a ver com os princípios do cristianismo, e, conseqüentemente, não teria nenhuma relevância. Já outros são tolhidos pela timidez ou acham-se incapazes de ensinar à sua igreja sobre o assunto.

E o resultado é que muitas vezes os problemas de relacionamento entre casais ficam sem solução ou geram separação, porque os cônjuges não receberam um ensino adequado, nem foram orientados sobre como deveriam agir em meio aos conflitos.

Existem crentes que, quando o assunto é sexo, defendem idéias absurdas. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Para uma grande maioria, a sexualidade está muito mais associada ao erro e ao pecado do que a algo bom, criado por Deus.

Porém, antes de julgar se o sexo é bom ou mau, precisamos saber quem o criou, com que finalidade ele foi criado e o que devemos fazer para tornar a sexualidade um relacionamento prazeroso.

Deus criou o homem e a mulher, e colocou órgãos genitais diferentes em cada um deles. Ele criou também os hormônios, que atuam na área da sexualidade masculina e são chamados de testosterona. Na mulher, estes hormônios são conhecidos como estrógeno. Deus criou na glande do pênis e no clitóris milhares de vasos sanguíneos, que armazenam uma grande quantidade de sangue para aumentar a sensibilidade. Em suma, Deus deu ao homem o desejo, a libido.

Deus criou o pênis no homem. Um tecido cavernoso que contém grandes espaços venosos, ligados por tecido fibroso revestido de pele. Deus criou os testículos, que são dois órgãos glandulares. Entre outras funções estes órgãos fabricam os espermatozóides e elaboram a testosterona.

Deus criou os canais ejaculadores, que são condutos formados pela união das vesículas seminais com os canais seminíferos. Deus criou o escroto, que é uma estrutura que encerra o testículo, o epidídimo, a parte inferior do canal deferente e o cordão espermático. E por fim Deus também criou as glândulas bulbo-uretrais. Estas segregam o sêmen, líquido que contém mucina, proteínas, água, sais minerais e cerca de 70 milhões de espermatozóides por centímetro quadrado.

Na mulher Deus criou um canal músculo-membranoso extremamente dilatável, medindo aproximadamente entre 8 e 9 centímetros de comprimento, chamado vagina. Deus criou nela os ovários, constituído por duas pequenas glândulas em forma de amêndoa, situadas na cavidade pélvica de cada lado do útero. A função dos ovários é produzir, desenvolver e amadurecer os óvulos. Eles também produzem pelo menos dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.

Deus criou as trompas de falópio, tubos finos que se estendem da cavidade peritonial ao útero. Através delas os óvulos liberados dos ovários chegam ao útero. Deus criou o útero, que é um órgão muscular em forma de pêra, situado no centro da cavidade pélvica, atrás da bexiga. Durante a gravidez, o útero aumenta consideravelmente, atingindo um comprimento que ultrapassa 30 centímetros. Por fim Deus criou a vulva, que é o conjunto dos órgãos genitais externos.

Os desejos íntimos

Agora perguntamos: por que Deus criou estes dois órgãos genitais que acabamos de analisar? Será Ele um tipo masoquista que criaria no homem desejos naturais que não podem ser satisfeitos? Por que existem milhares de terminações nervosas no corpo do homem que faz com que a sensualidade seja despertada com um simples toque? Para que Deus criou tudo isso? Para brincar com os nossos sentimentos e as nossas emoções?

Deus criou a sexualidade no homem e na mulher para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos. A sexualidade mata no homem a fome de intimidade que ele tem.

(Trecho do livro O Cristão e a Sexualidade, do Pastor Silas Malafaia)





"FICAR" UMA ATITUDE NÃO CRISTÃ!

 O namoro sempre existiu em diversas culturas através dos tempos. É a forma de duas pessoas se conhecerem melhor e, com mais intensidade, alguém com quem se pretende ter um relacionamento sério com vistas ao casamento. Mas, atualmente, para muitos jovens o namoro convencional perdeu status.


Não é de agora, por exemplo, que os jovens usam o termo “ficar”. A expressão surgiu na década de oitenta entre os adolescentes de 13 aos 17 anos que buscavam simplesmente o prazer sem qualquer perspectiva de compromisso. Ou seja, é um comportamento em que os jovens conversam, se beijam, se abraçam e até têm relação sexual, sem nenhuma responsabilidade pós-encontro. Não há nenhum vínculo emocional, afetivo,espiritual e, muito menos, trocas de endereço e telefone.

O “ficar” é uma armadilha do Diabo

Para o pastor Gilson Bifano, diretor e conferencista do Ministério Oikos (Ministério Cristão de Apoio à Família) esta prática não deve ser seguida pelos jovens cristãos. “Se ele tem um compromisso com Deus e encara o seu corpo, a sua sexualidade, como a Palavra diz, ele não vai ter esse comportamento. Devemos ser diferentes; sal e luz do mundo", enfatiza o pastor. Na visão dele, o “ficar” é uma estratégia de Satanás para minar a pureza moral da juventude, neutralizar seu testemunho, e, posteriormente, estragar seus lares.

“O diabo utiliza vários métodos para levar o homem ou a mulher a uma relação sexual fora dos padrões de Deus. A Bíblia diz : “Não vos defraudeis uns aos outros”. Defraudar é passar dos limites da intimidade com uma outra pessoa que não seja o seu cônjuge. O texto declara que o sexo é para ser desfrutado entre o homem e a mulher no contexto do casamento. E o ficar, conhecido antigamente como o arrocho, é uma fonte de excitação, em que beijos ardentes e carícias em partes íntimas são praticados. Dificilmente, um jovem conseguirá ter uma vida de santidade em um relacionamento passageiro, sem um peso de responsabilidade e compromisso, enfatiza.

A juventude precisa de santidade

Segundo Bifano, há uma grande diferença entre pureza e virgindade, já que alguns adolescentes se guardam para o casamento, mas mantêm outras práticas sexuais. Em contrapartida, existem pessoas que "perdem a virgindade" e, depois de se converterem, se arrependem e evitam a intimidade antes do casamento.

Para o pastor, a juventude cristã precisa repensar a sua atitude em relação ao namoro, ao noivado e ao casamento, não segundo a ótica do mundo que está sem Deus, mas dentro de uma visão bíblica equilibrada. “O tempo todo a televisão, o rádio, os jornais, as revistas, as músicas, as novelas e os filmes veiculam campanhas de incentivo ao sexo com o uso da camisinha. O importante não é ter relação sexual antes do casamento, mas sim a falta do preservativo. Com isso, os jovens estão absorvendo esta visão não cristã da sexualidade. É necessário influenciar mais e ser menos influenciado”, comenta Bifano.

As conseqüências do “ficar”

A proposta do “ficar”é levar esta geração a experimentar um pouco do outro de uma forma leviana. Além de gerar traumas, frustrações, decepções e até uma gravidez precoce. Segundo Gilson, os pais têm uma parcela de culpa nisso, já que muitos não orientam seus filhos. A questão da informação não é só da igreja, nem da escola. O que tem acontecido hoje é que a família tem transferido sua responsabilidade, e o resultado disso é uma vida sexual fora dos parâmetros bíblicos.

Esta tarefa tem que começar em primeiro lugar na família. E os pais devem estar capacitados para que haja um diálogo franco, contínuo e sem tabus. “Três coisas não são faladas muito em família: morte, dinheiro e sexo. Estes assuntos devem ser tratados no lar, de maneira natural, não apenas em forma de sermões, mas em uma conversa natural com os filhos desde cedo, sempre respeitando, é claro, as faixas etárias", alerta Gilson.

O Namoro Cristão

Gilson Bifano acredita que existem princípios para o namoro cristão. E um deles é justamente o não "ficar”. Um relacionamento segundo a visão cristã é um período de conhecimento mútuo, de aprofundamento da amizade. "A intimidade física não é compatível neste período. Ela só deve acontecer, segundo a Palavra de Deus, no contexto do casamento", enfatiza Gilson.

"O texto de Gênesis 2.24 diz: Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-à à sua mulher, e serão ambos uma só carne. Neste trecho existe uma seqüência. Quando se tem esta experiência de ser uma só carne, antes de se casar, há quebra de princípio bíblico. E isso pode, e tem trazido, muitos problemas", relata o pastor.

A Igreja e seu papel

Na opinião dele, os pastores precisam falar mais sobre este assunto, sem condenação. “A igreja tem que parar de apenas dizer que é proibido, mas também educar. Dar condições aos jovens para que eles não façam o que é condenado pela Palavra de Deus. É necessário um trabalho de conscientização em que a juventude seja esclarecida das conseqüências que advêm da quebra dos preceitos bíblicos. Isso pode ser feito através de palestras, congressos etc.", adverte.

Para os jovens cristãos que estão na moda do “ficar”, o pastor dá alguns conselhos:

1- Repense no que Deus tem para sua vida.

2- Se está se relacionando indevidamente com alguém, deve reconhecer que esta não é a vontade de Deus e parar com tal atitude.

3- Deus perdoa nossos pecados. Ele morreu na cruz para perdoar os erros da humanidade. E, com certeza, a partir deste reconhecimento, Deus vai honrar e abençoar os seus caminhos.

Eliane Canegal - Elnet.com.br


ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE!

Você projetou, sonhou, fez vários planos, mas de repente algo não aconteceu como se esperava. Pelo contrário, a situação de seu casamento está cada vez pior, vocês estão a ponto de se separar.


O que ouve? Quem errou? Foi egoísmo, infidelidade? Falta de domínio próprio, de compreensão, ausência de diálogo? A família de seu cônjuge intromete no seu relacionamento? Ou foi a famosa crise financeira, responsável pela maior parte das brigas e discussões entre os casais? Quem está vivendo uma situação crítica no casamento, com toda certeza apontou alguma dessas características ou até mesmo assinalou outras que não estão descritas neste texto.

Costumo dizer uma frase às pessoas que aconselho em relação ao matrimônio. “Casamento é sonhar sim, mas com o pé no chão”, ou seja, nem tudo são flores, nem tudo é perfeito, nem tudo acontece com a gente quer, nem tudo é um mar de rosas. Existirão problemas, dificuldades, discussões, algumas decepções e desilusões.

O interessante é que esses problemas são identificados durante a cerimônia de casamento. Só que muitos cônjuges não se dão conta disso. Quando o pastor pede aos noivos que repitam a seguinte frase: “Na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, na alegria ou na tristeza... até que a morte nos separe”, objetivamente está sendo apresentado aos jovens nubentes a realidade da vida a dois: é uma jornada com sonhos e riscos de quem enfrenta um futuro a ser construído. Ao repetir essa frase deve-se, naquele momento, dizer isso conscientemente, pois no mundo espiritual está se fazendo um pacto, um compromisso com Deus que se prontifica a honrar seu matrimônio quando vieram as tempestades.

Certa vez um casal comentou que eles estavam tão cansados no momento da cerimônia matrimonial, que eles tinham plena convicção de que simplesmente repetiram o que foi dito, mas não analisaram o conteúdo da frase. Isso é muito sério. Devemos dar importância ao que pronunciamos.

Alguns casais são “cheios de amor pra dá” quando estão vivenciando uma boa situação financeira, de saúde e estão sem problemas. Mas a qualquer sinal de intempérie chegam a pronunciar palavras pesadas do tipo: “Maldita hora em que me casei com você”. A frase penetra no coração do parceiro como uma “facada”, matando todos os sonhos e motivações do cônjuge, frustrando-o completamente.

Você que tem enfrentado lutas e adversidades em seu casamento faça uma nova aliança com seu esposo (a). Repitam juntos novamente as mesmas palavras ditas no dia de seu enlace matrimonial. Lembre-se: vocês se comprometeram a se amarem mesmo quando estivessem passando por lutas e tribulações, estando enfermos ou tristes ou em ocasiões de crises financeiras. Ali foi firmado um pacto de que os dois estariam enfrentando os problemas juntos e vencendo em nome de Jesus!

É importante que se analise o tipo de união e qual o alvo que vocês pretendiam alcançar com a vida em comum. Toda fortaleza vai depender de que saibam que um nasceu para outro, que você é um presente, a parte complementar da pessoa amada.

Isso nos faz lembrar da passagem bíblica sobre os dois fundamentos, em Mateus 7:24-27. Onde você está construindo o seu lar? Na rocha ou na areia? Você está edificando o seu lar em interesses pessoais ou está pensando em sua família? Só está com seu cônjuge enquanto ele tem dinheiro para oferecer? Só ama quando o seu parceiro está saudável? Pense nisso. Que além da morte não haja outro fator que venha separar vocês. Que Deus abençoe!

Ana Paula Costa
redacao@lagoinha.com




AS DEZ DUVIDAS MAIS COMUNS SOBRE VIRGINDADE!

1) O que vem a ser a virgindade? R: Virgindade ?

R: Estado de pessoa virgem, isto é que nunca praticou um ato sexual, estando puro, intacto, que nunca foi usado;inexplorado.

2) Porque tem crescido o número de adolescentes e jovens que tem tido experiências sexuais tão cedo?

 R: Conforme pesquisa que realizei durante um ano entrevistando jovens mães (adolescentes e jovens) cheguei a conclusão que existe ainda uma lacuna quando o assunto em pauta é virgindade. Entendo que a família tem a maior porcentagem de responsabilidade em educar e ensinar os filhos, porém a Igreja também tem uma parte na responsabilidade em orientar o jovem, pois a Bíblia Sagrada nos revela claramente a respeito da virgindade, e o porque de ser virgem e o que fazer para guardar-se para o matrimônio. A escola também tem uma boa porcentagem na responsabilidade em passar para o jovem a respeito da virgindade, no entanto vemos não só a escola, mas o Governo e algumas entidades e veículos de comunicação, como as novelas; onde tanto o sexo entre adolescentes como ser mãe independente é normal.


Ao invés de ensinar ao jovem a manter-se virgem até o matrimônio, evitando assim doenças, uma gravidez indesejada ensinando-os a fazer segundo a palavra de Deus, como diz as Escrituras Sagradas; todavia vemos estes ensinando os jovens a como usar o preservativo. Temos consciência que por de trás desta ?preocupação da mídia, existe uma preocupação muito maior em todo este processo de comercialização, que por sinal é bem lucrativo, do que se preocupar como será o futuro destes jovens nos quais entram tão cedo para o mercado do sexo?.

3) Quando a Bíblia fala a respeito da virgindade, ela se dirigi ao homem também?

R: sim. Se analisarmos as Escrituras Sagradas, veremos o apóstolo Paulo dirigindo-se aos homens solteiros, no capítulo 7, respectivamente nos versículos 1e 8 na carta aos Corintios:?...,é bom que o homem não toque em mulher; más por causa da impureza cada um tenha a sua própria esposa; bom seria se os solteiros e viúvos fossem como eu, todavia aos que não conseguem dominar-se, bom é que se casem, pois é melhor casar do que se abrasar?. Entendemos que Paulo exorta o homem solteiro a cuidar das coisas que pertencem ao Santuário de Deus, como também ele mesmo o fez, todavia se for para o homem andar em fornicação, prostituição, antes, seja melhor casar-se e ter uma esposa, pois é melhor casar do que se abrasar.

Tanto na época em que Paulo escreve aos Corintios como nos dias de hoje, muitas pessoas acham que podem andar em adultério, fornicação e continuarem a oferecer sacrifícios agradáveis a Deus, e o Senhor Jesus os receber.Todavia a fornicação, a impureza e o adultério fazem partes das obras da carne, como está registrado na carta aos Gálatas, no capítulo 5: ?Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. A respeito das quais eu (Paulo escreve inspirado pelo Espírito Santo de Deus) vos declaro, como já outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam?.

4) Porque o homem valoriza a virgindade no matrimônio?

R: Segundo pesquisas recentes, é grande a porcentagem de homens que procuram para constituir um lar, mulheres virgens.Muitos homens senten-se inseguros, outros por outro lado teen ?medo? de seu desempenho sexual ser comparado com o de outro, e outros ainda teen medo de após terem relações sexuais com a parceira, não satisfazerem-na a ponto de ela procurar outro que lhe satisfaça.Todavia o homem cristão valoriza a virgindade não por tais motivos fúteis, más por ser conhecedor da palavra de Deus, a qual ensina que a mulher virgem é comparada á noiva de Cristo, na qual é pura, santa e imaculada, de um só esposo.(ll aos Corintios 11; 2).

5) A virgindade está fora de moda?

R: Para responder a esta pergunta, vejamos primeiramente o que significa o termo moda: ?costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar?.

A Bíblia nos diz que devemos ser não imitadores de tais modismos efêmeros, pois com a mesma intensidade que aparecem, com o passar do tempo, desaparecem, dando lugar para novos conceitos.

Todavia a Bíblia nos revela na carta aos Efésios (cap 5; 1) para que sejamos imitadores de Deus, no qual é Santo e imutável. Passam-se séculos, porém sua palavra continua a mesma.

Logo; podemos entender que a virgindade não pode ser comparada com o termo ?moda?.

6) Virgindade tem a ver com a cultura de um povo?

R: podemos dizer que cultura de um povo é a herança social que um indivíduo adquiri do grupo em que vive (costumes, tradições, vestuário, alimentação, e etc).Portanto cada sociedade transmite ás novas gerações o patrimônio cultural que recebeu de seus antepassados; todavia há um processo de mudança social que acaba influenciando as informações que foram recebidas de geração em geração,mesmo porque acontece a miscigenação entre os povos, dando início a uma nova cultura.Entendemos então que os usos e costumes mudam conforme a cultura da época; no entanto a doutrina que a Bíblia Sagrada nos revela é imutável, inabalável, inalienável, chegando inclusive a ser o único Livro conhecido mundialmente; no qual afirma que: ?a mulher se deixe a conhecer somente ao seu marido?, isto é que tenha relações sexuais somente depois de consumado o matrimônio monogâmico.

7) Os casais que se guardaram virgens para o matrimônio se arrependeram após o casamento, por não terem tido outras experiências?

R: Não. Durante um ano entrevistei casais de várias classes sociais que se casaram virgens e 98% de 100 entrevistados, disseram que não se arrependeram, e que não se sentiram em desvantagem em relação aos que haviam tido experiências antes do matrimônio; mesmo porque o casamento significa união, ajuste entre duas partes, onde ambos irão apartir daquele momento iniciar uma nova fase de vida; desfrutando não só dos móveis, da casa, e do enxoval que serão usados pela primeira vez,más também do sexo, e juntos, estarão dividindo suas experiências e anseios, e a cada dia surgindo uma nova descoberta.

8) Existe um tabu? quanto a se manter virgem solteira?

R: Existe uma diferença entre liberdade e libertinagem.Somos chamados por Deus para sermos livres, todavia as pessoas que não teen base Bíblica, confundem liberdade de ação com libertinagem.Para alguns grupos que vivem dissolutamente, e são escravos da mídia, concordam quando a mesma dá ênfase para o adultério, homossexualismo, lesbianismo, e sexo entre adolescentes e jovens, exposto nas novelas, em filmes, revistas, e etc, achando que ser virgem é um fato ultrapassado.

No entanto aquele que segue os conselhos que o salmista, inspirado por Deus escreve no Salmo 1:?Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios,nem se detem no caminho dos pecadores, nem assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite.? A mulher e o homem que não andam segundo o que estes ?tais? grupos com atitudes perniciosas pensam,e sim buscam na palavra de Deus as respostas para os seus problemas, estes serão bem sucedidos,mesmo porque não estão firmados na mídia, que com a mesma intensidade que aparecem, desaparecem, más sim em Cristo, no qual é o mesmo ontem, hoje e eternamente.

9) Porque a Bíblia compara a mulher virgem com a noiva de Cristo?

R: Por que a noiva de Cristo, que é a Igreja, para ser arrebatada com Jesus, tem que estar pura, santa, imaculada e sem mancha, conhecedora de um só esposo, que é Cristo para que não seja contaminada com vãs doutrinas.Da mesma maneira sejam também as mulheres virgens, conhecedoras de um só esposo.Referências: O Evangelho de São Mateus 25; 1 ao 13 , 2º. aos Corintios 11; 2, Levítico 21;14.

10) Perante a Bíblia, como ficam as mulheres que embora não são mais virgens, no entanto tem desejo de casar-se e constituir um lar, e ter uma vida com Cristo?

R: Apartir do momento em que houve arrependimento e confissão, há remissão do pecado.Podemos ler na carta aos Romanos, no capítulo 8, precisamente no versículo 1:?Agora,pois,já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus?.Também na carta aos Corintios capítulo 5 e versículo 17 leremos: ?Aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já se foram e eis que tudo se faz novo?.

Ao lermos as passagens que retratam a peregrinação de Cristo na terra; veremos com certeza Jesus falando com mulheres adúlteras, ladrões, prostitutas, pessoas enfermas; enfim vemos Jesus perdoando e ?sarando? os corações feridos, dando-lhes oportunidade para iniciar uma nova fase de vida, desta vez em santidade.O caso da mulher pecadora, que se encontra no Evangelho de Lucas, cap.7 e versículos 36 ao 50; nos retrata a história de uma mulher na qual todos a discriminavam por ser ela pecadora, porém esta mulher foi até Cristo,com o coração quebrantado,e Jesus perdoou seus pecados.Vemos casos similares como ?A mulher Samaritana?; ?A mulher adúltera? e outros nos quais vemos Jesus imputando-lhe seus pecados e dando-lhes oportunidade de terem uma nova vida, sem acusações, sem ressentimentos, sem medo do porvir.

Elen Viana Lamarque
Assembléia de Deus ministério Belém - Americana- São Paulo
elen.lamarque@itelefonica.com.br




SEXO ORAL É PECADO?

Não há fundamento para se dizer que sexo oral é pecado. Isso porque a Bíblia não diz nada claramente sobre o assunto e nem mesmo o livro de Levíticos - que se posiciona claramente contra vários desvios sexuais - não fala nada sobre o assunto.


Dizer que sexo oral é pecado é o mesmo que dizer que há partes do corpo permitidas de serem beijadas e outras não, o que seria por si só um tipo de "anti santificação" do corpo humano. Beijar a boca pode, beijar o seio, não. Chupar o pescoço pode, chupar outras partes do corpo não. Lamber o dedo da esposa pode, lamber outras coisas não. Não há, em toda a Bíblia, a demonização de nenhuma parte do corpo. O sexo e o amor foram criados por Deus para gozo e alegria de seus filhos e cada parte do corpo pode ser órgão sexual ou não, no sentido que há pessoas que se excitam se beijadas na orelha, outras sentem tesão por pés, outras ficam excitadas se tocadas no pescoço, etc... Dizer que certos lugares são liberados e outros não é incluir como lei o que não foi dito.

No entanto, apesar de não falar claramente, a Bíblia dá algumas pistas - bem claras, em alguns momentos - de como era a vida sexual de um casal que servia a Deus. O livro de Cantares é - além de uma metáfora do relacionamento de Cristo e a Igreja - uma descrição, muitas vezes minuciosa, de um relacionamento de amor e sexo entre um casal casado que se ama e serve a Deus.

De forma poética, delicada e, certamente, inspirada por Deus, o autor descreve a relação a dois e como pode haver gozo, prazer e alegria no sexo em um leito sem mácula e abençoado por Deus. Este livro fala claramente sobre o casal experimentando, comendo e bebendo de seus corpos. Ainda que não saibamos o que queiram dizer exatamente essas descrições, pode-se ter certeza de que não existem evidência alguma de que Deus esteja preocupado ou condenando o jeito que o casal se toca, beija ou acaricia.

Não quero com isso, fazer apologia a prática do sexo oral. O marido e sua esposa devem viver segundo a revelação que Deus tem dado aos dois. E se esta for não fazer sexo oral , amém, que assim seja feito. Deus faz diferentes revelações para diferentes pessoas porque o que para um é benção pode ser tropeço para outro. Assim o ideal é que o casal viva segundo o chamado de Deus para vocês. Se acreditam que é pecado, que não pratiquem. Muitas pessoas creêm que usar batom é pecado. Os pastores de sua igreja dizem isso. Elas acreditam. Elas não usam. Outras usam, mesmo seu pastor dizendo que é pecado. Usam porque não concordam. Assim, o casal deve decidir sobre isso juntos. E a partir daí, decidirem o que fazer. Se for praticar, o façam sem culpa. Se for se abster, também. De qq forma, não devem tornar esse assunto como o cerne de sua vida sexual porque sexo é muito mais do que isso. É intimidade, entrega e manifestação do amor de Deus e de vcs um pelo outro. Decidir pelo que for trazer paz ao coração de ambos, mas não deve ser motivo para que se julgue aos que pensam diferente.

"Ora, ao que é fraco na fé, acolhei-o, mas não para condenar-lhe os escrúpulos. Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come só legumes. Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus o acolheu. Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio Senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, quer vivamos quer morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto mesmo que Cristo morreu e tornou a viver, para ser Senhor tanto de mortos como de vivos. Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus. Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua louvará a Deus. Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus." (Rom. 14:1-12)

"Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos ante a sua glória imaculados e jubilosos, ao único Deus, nosso Salvador, por Jesus Cristo nosso Senhor, glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre. Amém." (Judas 1:24-25)

Em Cristo, Alessandra de Oliveira.

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